Depoimentos High School

Vídeo Bárbara Amorim High School USA

 

Bárbara Amorim – High School USA

ADAPTAÇÃO: Em relação à família, minha adaptação foi instantânea. Desde o meu primeiro dia nos EUA todos foram atenciosos, compreensivos e me trataram da melhor forma possível, o que só nos aproximou. Demorei um pouco para começar a interagir com algumas pessoas do colégio e a fazer amizades. Não tive nenhum tipo de problema com comida e clima local.

O MAIS LEGAL: O que achei mais legal foi a forma como minha host family me acolheu. O modo como me incluíram me fez ter a sensação de que eu sempre tivera aquela vida e que nada mudaria isso. Essa experiência me fez ter uma visão mais abrangente do mundo e suas culturas.

O MAIS DIFÍCIL: O momento mais difícil do meu intercâmbio foi quando quebrei meu ombro. Esse episódio foi complicado, porque além da dor que eu sentia, corria o risco de ter que fazer uma cirurgia. Por fim, não tive que fazer a cirurgia e superei bem mais esse desafio.

O IDIOMA: Não tive muita dificuldade no entendimento da língua no primeiro momento. Porém, ao falar, no início, eu não tinha segurança e sempre me fugiam as palavras. Já ao final do intercâmbio, conversava de forma natural e meus ouvidos já estavam acostumados ao idioma. Pra mim foi extremamente perceptível a minha evolução linguística, totalmente satisfatória.

 

 

Paula Dias – High School Austrália

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O QUE MAIS GOSTEI: O mais legal foi experimentar um tipo de vida e cultura diferente. Gostei muito do jeito dos australianos. A família foi ótima e foi a parte mais importante do meu intercâmbio. Adorei conhecer um lugar diferente do que eu estava acostumada.

A FAMÍLIA: Eu tinha pai, mãe, dois irmãos, um com 11 e o outro com 14 anos. O outro irmão de 22 anos não morava mais em casa. Um cachorro, um gato e um lagarto.

O MAIS DIFÍCIL: No começo achei que não estava conseguindo fazer amizades, mas depois percebi que estava conseguindo sim, e que apenas a cultura deles é diferente da nossa.

O IDIOMA: Eu já tinha um conhecimento bom da língua, fiz cursinho de inglês por dois ou três anos. Para mim o mais difícil foi falar e entender o que eles falavam, pois eu não estava acostumada com o sotaque e as gírias deles, mas me adaptei rapidamente.